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  • nevesmgf
    May 28, 2018

    Se você ainda não conhece a importância da literatura lésbica, pensei em quatro motivos que fazem ela ser essencial na minha vida! 1. Imagine histórias com personagens que se parecem com você? Mesmo essas personagens sendo pessoas diferentes de você (como, por exemplo, na profissão, na idade, morando em outra cidade ou tendo uma realidade diferente da sua), elas sabem o que é ser uma mulher que se apaixona por outra mulher! 2. E, falando em se apaixonar... Se eu for falar da quantidade de personagens que podem gerar uma intensa paixão platônica, esse texto não vai terminar nunca. Mas imagina só: aquela personagem principal que é uma super-mulher, maravilhosa, forte, e é lesbica! É claro que eu coleciono inúmeras paixões nos livros da minha estante. 3. A literatura lésbica me mostrou que era possível viver uma vida plena fora do armário. A primeira vez que entrei em contato com mulheres assumidamente lésbicas e realizadas foi na literatura lésbica. E, por mais que você não esteja preparada para se assumir agora, é possível você se estruturar e encontrar forças para poder, um dia, viver a sua vida como você quiser! 4. A literatura lésbica vai te mostrar que não, você não está sozinha. Mais pessoas se sentem como você (por mais que você ache que você é a única com uma tendência gigantesca a se apaixonar por uma pessoa que mora em outro estado ou que você é a unica a querer se mudar pra casa dela no comecinho da relação). E você, que já conhece e ama literatura lésbica? Quais motivos você acrescentaria à nossa lista?
  • nevesmgf
    Apr 20, 2018

    Essa semana, ouvi mais uma vez a pergunta: " Mas por que literatura lésbica ? Não seria melhor que não houvesse rótulo? Só literatura, só bar, só balada... Sem precisar classificar?" A pessoa que perguntou isso fez com o maior respeito e boa vontade possíveis. E, mais uma vez, eu respondi o que sempre respondo: seria ideal . Seria ideal que qualquer pessoa pudesse existir sem a necessidade de classificar e que, nessa existência, não corresse riscos simplesmente por ser quem é. Mas o mundo não é ideal: o mundo é LGBTfóbico, machista, racista, elitista, etc. etc. Seria lindo se eu pudesse ir em "qualquer bar" sem correr o risco de receber olhares condenadores - na melhor das hipóteses - ou até mesmo uma agressão. Mas, infelizmente, quando não há a classificação, não há espaço. Eu, por exemplo, já recebi pedidos para me retirar de um local simplesmente porque sou lésbica - não estava fazendo nada de mais, mas estava ali. E é aí que, voltando para a classificação da literatura, mais uma vez, eu gosto de falar sobre a importância da representatividade: Representavididade importa sim. Só que, muitas vezes, só quem viveu sem essa representatividade sabe reconhecer a importância dela e a falta que ela faz. Quanto à literatura, eu vou repetir aqui o que a Diedra Roiz e eu escrevemos na apresentação do livro [in]contadas *: Quando falamos sobre literatura com temática lésbica, não estamos falando da criação de um rótulo. Estamos falando da criação de uma representatividade. Não que exista uma identidade única para representar a mulher lésbica. É exatamente o oposto que queremos mostrar: a pluralidade de ser mulher e ser lésbica. Mas o lugar de onde se fala importa. E não é possível negar que existe, sim, uma possibilidade maior de identificação quando aquela que escreve – e aquela sobre quem se fala – se aproxima daquela que lê. Um texto escrito por uma lésbica tem o ponto de vista de uma mulher que vive sua afetividade e sexualidade centrada em outras mulheres. E a leitora mulher e lésbica pode se identificar com a personagem, a que foi escrita por uma mulher, para uma mulher. A mulher que fala; a mulher que ama; a mulher que deseja; a mulher que sofre. A mulher que vive e luta, diariamente, a luta de ser mulher. E lésbica. Em uma sociedade que ainda encontra dificuldade para aceitar a diversidade, que ainda insiste em ditar padrões, este livro tem a pretensão de dar voz e tornar visível uma realidade que ainda é minoritária – mesmo dentro do universo LGBT. Afastada do viés machista heteronormativo, a mulher lésbica precisa ser vista como sujeito que existe independente do homem – e não mais, nunca mais, somente como um objeto de desejo. A literatura com temática lésbica pode ser considerada uma literatura marginal – no sentido puro da palavra: aquela que está à margem. E a nossa intenção é de que ela esteja, cada vez mais, ao centro. Assim como sonhamos com o dia em que a mulher lésbica possa existir como protagonista-narradora-sujeito desejante, portadora da voz, do ponto de vista e do discurso. Seria ideal que não houvesse a necessidade de classificar. Seria ideal um mundo em que pudéssemos ocupar todos os espaços sem a necessidade de rótulos. No entanto, esse mundo ainda é só um ideal e, se não rotulássemos agora, não haveria espaço – para a existência e, muito menos, para a literatura. * Apresentação retirada do livro [in]contadas - aquelas que não podem falar dizendo o que não deve ser dito , uma coletânea de literatura lésbica organizada por Diedra Roiz e Manuela Neves, com distribuição gratuita e recursos advindo do PROAC SP.
  • batistamichelle22
    Feb 21

    Pessoal tenho uma fic bem legal pra indicar pra vcs que chama "caminhos do amor" por Bruna Costa, eu não sou muito de ler fic pq a maioria delas são escritas por adolescentes que falam de romance na escola, bem típico de fic lésbica, mas essa história é bem diferente e está disponível gratuitamente no spitritfanfiction.com OBS.: O usuário da escritora é Bcosta03